GALILEU conversou com dois especialistas que vêm ao Brasil em junho para discutir o assunto no 4º Congresso Internacional do Livro Digital
Desde que Gutemberg descobriu como copiar um texto em larga escala, no século XV, a experiência de ler um livro não mudou em absolutamente nada. O homem criou várias Revoluções Industriais, foi e voltou da Lua, inventou o Facebook, o Instagram e a hashtag, mas os livros continuaram com capa, páginas e fotinho do autor na orelha. Não faz muito tempo que tablets e e-readers se popularizaram (eles ainda estão se popularizando, na verdade) e isso representa uma revolução na forma com que a Humanidade lida com um de seus hábitos mais tradicionais, a leitura. E Deus sabe como é difícil entender uma revolução quando se está bem no meio dela.

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